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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A vida na internet


É da diversidade de opiniões encontradas na internet, especialmente no Facebook, que a gente vê porque as coisas estão fáceis e tão difíceis de acontecer.
Não quero generalizar nem achar que todas as opiniões estão claras, ou que de qualquer forma sejam a expressão única da verdade, mas dá para desconfiar quanto é difícil encontrar percepção da realidade, nesse mundo simplista de viver só o dia de hoje, um dia de cada vez, e outras frases feitas que empurram a responsabilidade cada vez mais para o futuro e se possível para os outros.
Mas não se deve duvidar que esse é um termômetro da classe média, gente que sabe ou deveria saber expressar  o que sente.
Interessante observar nas postagens dos mais jovens aquilo que nós já pensamos, sentimos e fizemos um dia. Com nossos erros e acertos poderíamos dar alguns conselhos, se eles pudessem ser entendidos e fossem aceitos.
Desde que o sonho não se torne um pesadelo é muito bom sonhar.
O sonho de se tornar princesa não é mais a prioridade das garotas. Ainda que a mídia maciçamente mostre as vantagens de ser bonito, rico, instruído e morar em um palácio, as garotas de hoje já perceberam que é melhor ter um plebeu qualquer na mão do que um príncipe nos sonhos.
As garotas de hoje tem sonhos mais modestos e modernos. Sonham com rapazes com cara e corpo de príncipes, ainda que o cabelo não ajude, o veículo não seja um Rolls Royce ou um Aston Martin conversível e o dinheiro disponível para um programa só dê para uma pizza média...
Os garotos de hoje não sonham com princesas cobertas de roupas de grife. Aliás, hoje quanto menos roupa melhor.
Antes mesmo de chegar aos trinta anos, as garotas começam a perceber que a se os príncipes existem, no mundo delas são ainda girinos. Com essa idade elas já se preocupam muito em trabalhar e ganhar o seu próprio dinheiro, porque já perceberam que o que começou com “rachar a conta” vai terminar com “salve-se quem puder”.
Os garotos mais assentados têm namoradas firmes ou já casaram.Os de trinta anos  não querem nada com a vida de casados. Continuam a se divertir com a grande quantidade das erradas disponíveis, sem se preocupar com o encontro final da certa.
Os de quarenta anos ou mais são inadequados, inapropriados, desqualificados ou desdentados e nem pensam em dividir uma casa, quando podem dividir só a cama.
Longo, esse assunto não se esgotará jamais. Ainda bem, senão, o que eu faria nessas noites vagando pela intenet e perambulando pelos escritos alheios?

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